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Dieta Mediterrânica – Pressupostos e Exemplos

por Dominika Latkowska 22 May 2023
Mittelmeerdiät – Annahmen und Beispiele

CONTEÚDO

A dieta mediterrânica foi descrita pela primeira vez na década de 1950 pelo Dr. Ancel Keys. Como o nome indica, é inspirada nos hábitos alimentares das comunidades mediterrânicas, especialmente da Grécia e de Creta. O que é este estilo alimentar e como pode ser implementado na prática?

Dieta mediterrânica e os seus pressupostos

Atualmente, a dieta mediterrânica é considerada uma das formas de alimentação mais benéficas para o corpo. O seu principal objetivo é limitar o consumo de carne e produtos com alto teor de ácidos gordos saturados, que há anos são considerados a principal causa do aumento do colesterol LDL. O padrão alimentar tradicional variava naturalmente nas diferentes regiões em torno do Mediterrâneo, pelo que a dieta padrão grega dos anos 1960 serviu de modelo para esta alimentação.


O que caracteriza a dieta mediterrânica? A maior parte desta dieta é composta por:

  • Azeite, usado frio e para fritar, bem como outras gorduras de origem vegetal, predominantemente não refinadas,
  • Legumes e frutas – frescos e em forma de conserva simples,
  • Produtos de cereais, incluindo pão, farinha e massa – preferencialmente integrais, centeio e ricos em farelo, sementes e grãos,
  • Sementes de leguminosas.

Uma proporção um pouco menor na alimentação deve conter:

  • Produtos lácteos, embora sejam recomendados kefir e iogurte, ricos em bactérias vivas ou culturas fermentadas,
  • Peixes e mariscos,
  • Álcool, cujo consumo deve ser limitado, sendo recomendado preferencialmente o vinho.

Um dos fatores mais importantes da dieta mediterrânea é a redução (mas não a eliminação total) do consumo de carne, produtos cárneos altamente processados e sal. Isto visa reduzir a proporção de gorduras animais, ricas em ácidos gordos saturados, na alimentação.

Dieta mediterrânea – opiniões e benefícios da sua utilização

A principal premissa na promoção da dieta mediterrânea foi propor uma alimentação alternativa que tenha um efeito positivo na função do sistema circulatório e na saúde do coração, contribuindo para a regulação dos níveis de colesterol no sangue. Além disso, o elevado teor de fibras e o baixo teor de açúcares simples na alimentação não provocam aumentos súbitos dos níveis de glicose e insulina.

Isto significa que, para pessoas com predisposição para doenças cardiovasculares, a dieta mediterrânea pode ser uma das melhores opções. As opiniões são unanimemente positivas, e alguns especialistas recomendam mesmo usar este regime não só ciclicamente, mas de forma permanente, porque:

  • fornece ácidos gordos mono e polinsaturados (Omega-3 e Omega-6), fibras, vitaminas (A, D, E, K e C) e oligoelementos,
  • é rica em antioxidantes como polifenóis, flavonoides e licopeno,
  • contribui para a redução dos níveis de triglicerídeos e aumenta a proporção de colesterol HDL,
  • apoia uma perda de peso saudável.

Efeitos da dieta mediterrânea

Uma alimentação mediterrânea variada pode levar a resultados satisfatórios, especialmente em pessoas com excesso de peso ou obesidade. No entanto, não se trata de uma dieta típica de redução, pelo que os resultados exigem uma aplicação a longo prazo. Até há poucos anos, este tipo de alimentação era considerado relativamente caro, pois era necessário usar azeite de oliva de alta qualidade e alimentos saudáveis menos disponíveis, ricos em ácidos gordos insaturados. Atualmente, o acesso a frutos secos de alta qualidade, óleos vegetais não refinados e até peixe está a melhorar, tornando a dieta mediterrânea uma das mais económicas e valiosas.

 

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